Acervo familiar

1810–1949

Da primeira letra à memória escrita

Antes de uma mensagem caber no bolso, escrever envolvia papel, tinta, tempo e aprendizado.

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Papel

Uma folha tinha valor

No início do século XIX, o papel podia ser feito com fibras de trapos de linho e algodão. A difusão da pasta de madeira ampliou a produção de papéis mais baratos. Folhas, impressos, cartas e cadernos passaram a circular em maior quantidade.

Observe no acervo: textura, pauta, verso utilizado e marcas do fabricante.

Naquele cotidiano

Guardar uma folha era preservar a informação e o próprio objeto: papel, marcas de uso e caligrafia.

No cotidiano de hoje

Fotografias, mensagens e arquivos digitais convivem com cadernos e papéis. A facilidade de copiar muda a forma de guardar, mas autoria, data e contexto continuam essenciais.